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ESPECIALIDADE ODONTOLÓGICA |
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Abordagem clínica e científica dos distalizadores intrabucais |
| Autor/Fonte: Apresentador: Mayara Paim Patel / Co-autores: José Fernando Castanha Henriques, Rachelle Simões Reis Lopes e Marcos Roberto de Freitas |
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Resumo: O tratamento da má oclusão de Classe II por meio de distalizadores intrabucais vem sendo difundido desde o final da década de 80 e tem por vantagem depender de mínima cooperação do paciente. Permitem maior controle e se destacam pela praticidade, porém apresentam efeitos indesejáveis. Mecanismo de ação, efeitos clínicos, indicações, vantagens e desvantagens serão apresentados.
Objetivo: A má-oclusão de Classe II apresenta diversos métodos de tratamento, como por exemplo os distalizadores intrabucais que se destacam por alcançarem o sucesso ao final do tratamento com o mínimo de cooperação do paciente. Os dispositivos intrabucais para distalização dos molares superiores passaram a ser difundidos no meio ortodôntico ao final da década de 80 e a partir de 90 apresentaram um grande avanço quanto ao mecanismo de ação; dentre eles, pode-se citar: magnetos, pendulum e pendex, Jones jig, distal jet, first class, ertty system, entre outros.
Material e método: De uma forma geral, os distalizadores são considerados um recurso prático para correções dentárias ântero-posteriores, visto que, promovem maior ganho de espaço no arco superior e corrigem a relação molar de Classe II em um curto período de tempo.
Resultados: Em suma, esses dispositivos destacam-se principalmente por dependerem da cooperação do paciente, permitindo que o ortodontista tenha maior controle sobre o tratamento. Porém, como qualquer outro aparelho ortodôntico, os distalizadores intrabucais apresentam contra-indicações, sendo que uma das principais é quanto à perda de ancoragem anterior que se reflete clinicamente pelo aumento do trespasse horizontal. Outros efeitos indesejáveis também seriam a inclinação para distal e a rotação dos molares superiores, assim como a dificuldade em higienizar o botão de Nance, considerado em muitos sistemas intrabucais como a unidade de ancoragem. Diante desses efeitos, a sobrecorreção é considerada um importante requisito para o sucesso do tratamento, pois já é prevista uma mesialização nessa fase do tratamento.
Conclusões: Este trabalho objetiva-se apresentar mecanismo de ação, efeitos dentoalveolares e indicações de diversos distalizadores intrabucais. |
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